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“Las mujeres no esperamos” (WWW) es una coalición internacional de organizaciones y redes comprometidas desde hace varios años en promover la salud de las mujeres y los derechos humanos en el marco de la lucha contra el VIH y Sida y todas las formas de violencia hacia las mujeres. WWW busca acelerar respuestas efectivas a las intersecciones entre la violencia contra las mujeres y niñas y el VIH a través del rastreo y cuando fuera necesario del reclamo de cambios en las políticas, programas y financiamiento de fuentes gubernamentales e internacionales. Fecha de Publicación: Abril de 2007.


Este informe realizado por Human Rights Watch en el año 2004 se centra en las dos áreas que la organización considera vitales, pues necesitan la más pronta reforma. La primera es la discriminación contra la mujer en el lugar de trabajo, en particular a través de pruebas de VIH involuntarias administradas a mujeres que trabajan y que buscan empleo. La investigación demuestra que las mujeres que buscaron empleo en la industria del turismo o en las zonas francas -los dos principales empleadores de mujeres- son obligadas a someterse a pruebas de VIH como condición para acceder al empleo, violándose así su derecho a la no discriminación en el acceso al empleo y en el lugar de trabajo. Según Human Rigths Watch, ninguno de los mecanismos gubernamentales diseñados para hacer respetar los derechos laborales trató de manera el tema, permitiendo que los empleadores den curso a sus abusos con impunidad. Human Rights Watch detectó también graves deficiencias en la administración de servicios públicos de salud a las mujeres. Cuando las mujeres usan los servicios públicos de salud, especialmente los centros de cuidado prenatal, reciben consejería extremadamente insuficiente previa y posteriormente a la prueba de VIH, y corren el riesgo de que resultados confidenciales de la prueba sean divulgados. Además sufren un trato abusivo por parte del personal de salud, incluyendo el retraso o la negación de algunos procedimientos médicos. Algunas mujeres son objeto de presiones para ser esterilizadas.


O texto “Segurança alimentar e fome no Brasil – 10 anos da Cúpula Mundial de Alimentação” de Renato S. Maluf, é parte do projeto da ActionAid “Rumo aos 10 anos da revisão da Cúpula Mundial de Alimentação”, coordenado pela equipe da ActionAid na Itália e que envolve os Programas de Segurança Alimentar dos seguintes países: Gana, Brasil, Índia, Paquistão, Uganda, Malauí e Quênia. O objetivo deste projeto é o de chamar a atenção da comunidade internacional e dos estados nacionais dos 191 países-membros das Nações Unidas que se comprometeram a cumprir os oito objetivos da Cúpula do Milênio, do progresso lento e por vezes inexistente no sentido de alcançarem a Meta de “Reduzir pela metade, entre 1990 e 2015, a proporção da população que sofre de fome”. Nesse intuito, as políticas que promoveram avanços e as que falharam em promover mudanças nos sete países envolvidos neste projeto serão analisadas e um relatório com a compilação desses resultados será divulgado na reunião da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação), avaliando os 10 anos da Cúpula Mundial de Alimentação, a ser realizada em Roma ainda este ano. O presente texto de Renato S. Maluf, faz uma análise do progresso conseguido pelo governo brasileiro no sentido de diminuir a fome no Brasil, considerando os acordos assumidos na Cúpula Mundial de Alimentação, realizada em Roma, em Novembro de 1996. Busca identificar políticas de segurança alimentar que contribuíram neste sentido, tendo como ênfase o período mais recente, em particular o governo Lula em que o lema de combate à fome teve repercussão nacional e internacional. O apanhado destes 10 anos, realizado no presente documento, demonstra os abanicos conseguidos, assim como muitos dos desafios que ainda se colocam à construção de uma política nacional de segurança alimentar e nutricional, contribuindo para o debate internacional em torno deste tema. Publicação: Agosto 2006


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